{"id":432,"date":"2026-08-05T21:11:06","date_gmt":"2026-08-05T21:11:06","guid":{"rendered":"http:\/\/tdi_212_aa6"},"modified":"2026-08-14T02:11:09","modified_gmt":"2026-08-14T02:11:09","slug":"expert-tips-for-high-school-seniors","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aldeiaamazonica.com.br\/?p=432","title":{"rendered":"A Coroa do Samba na Amaz\u00f4nia: Quem S\u00e3o Eles, a Majestade Negra do Carnaval de Bel\u00e9m"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<p data-path-to-node=\"1\"><i data-path-to-node=\"1\" data-index-in-node=\"0\">Entre o eco dos tambores e o brilho do pavilh\u00e3o tricolor, a centen\u00e1ria agremia\u00e7\u00e3o paraense resiste como basti\u00e3o da cultura popular, da ancestralidade e da resist\u00eancia negra no cora\u00e7\u00e3o da capital do Par\u00e1.<\/i><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2 data-path-to-node=\"3\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"4\">O som grave e cadenciado do surdo corta o ar da noite belenense, impondo o ritmo que faz a alma da cidade vibrar. No terreiro de ensaio, o cheiro de suor mistura-se ao aroma da culin\u00e1ria amaz\u00f4nica vendida nas barracadas do entorno. \u00c9 quando a bateria entra em compasso pleno que o milagre se renova: o asfalto deixa de ser ch\u00e3o comum para se transformar em passarela. O canto da comunidade irrompe forte, un\u00edssono, ecoando hist\u00f3rias de luta, magia e realeza. As fantasias balan\u00e7am ao sabor do vento da noite, colorindo o cen\u00e1rio com o verde, o branco e o vermelho, enquanto os rostos iluminados pelo sorriso dos brincantes traduzem uma certeza inabal\u00e1vel: o samba na Amaz\u00f4nia pulsa com for\u00e7a soberana, guiado pela garra e pela tradi\u00e7\u00e3o da Escola de Samba Quem S\u00e3o Eles.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"6\">Funda\u00e7\u00e3o e Primeiros Anos<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"7\">A hist\u00f3ria da Gr\u00eamio Recreativo Escola de Samba Quem S\u00e3o Eles remonta \u00e0s primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX no cen\u00e1rio carnavalesco de Bel\u00e9m. <i data-path-to-node=\"7\" data-index-in-node=\"138\">Nota de apura\u00e7\u00e3o:<\/i> Embora registros tradicionais do carnaval paraense apontem sua funda\u00e7\u00e3o em meade da d\u00e9cada de 1940 (frequentemente citada em 1944 por cronistas e pesquisadores da cultura popular local), h\u00e1 varia\u00e7\u00f5es em registros informais sobre o dia exato e o contexto mi\u00fado de sua g\u00eanese, tornando prudente a valida\u00e7\u00e3o cont\u00ednua em acervos da Prefeitura de Bel\u00e9m e da Liga Carnavalesca.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"8\">Nascida no ber\u00e7o de manifesta\u00e7\u00f5es populares tradicionais, a escola surgiu da iniciativa de moradores, bo\u00eamios e oper\u00e1rios que buscavam criar um espa\u00e7o leg\u00edtimo de express\u00e3o cultural e lazer para as camadas populares, em um per\u00edodo em que o carnaval de rua de Bel\u00e9m come\u00e7ava a se estruturar com cord\u00f5es, ranchos e, posteriormente, as primeiras escolas de samba inspiradas no modelo carioca, mas com forte sotaque caboclo e amaz\u00f4nida. Os primeiros desfiles eram marcados pela improvisa\u00e7\u00e3o, mas revestidos de imensa criatividade: latas transformadas em instrumentos, retalhos de tecidos costurados \u00e0 m\u00e3o e a energia incans\u00e1vel de uma comunidade que fazia do festejo um ato de afirma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"10\">O Significado do Nome<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"11\">Poucos nomes no carnaval brasileiro carregam tanto mist\u00e9rio e provoca\u00e7\u00e3o po\u00e9tica quanto &#8220;Quem S\u00e3o Eles&#8221;. A origem da escolha do batismo da agremia\u00e7\u00e3o \u00e9 cercada por oralidades tradicionais. Segundo relatos de antigos brincantes e cronistas da folia paraense, o nome nasceu de uma resposta direta e altiva a questionamentos elitistas ou de desconfian\u00e7a da sociedade da \u00e9poca diante da impon\u00eancia e da ousadia daquele grupo de sambistas negros e perif\u00e9ricos que ocupava as ruas.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"12\">Quando os fundadores e precursores desfilavam ou se organizavam com eleg\u00e2ncia e batuque marcante, era comum ouvirem nas cal\u00e7adas a pergunta curiosa: <i data-path-to-node=\"12\" data-index-in-node=\"149\">&#8220;Quem s\u00e3o eles?&#8221;<\/i>. A resposta transformou-se em bras\u00e3o: assumiram a alcunha com orgulho, eternizando na identidade da escola a pergunta que virou afirma\u00e7\u00e3o de poder, visibilidade e exist\u00eancia. <i data-path-to-node=\"12\" data-index-in-node=\"341\">(Nota: por se tratar de tradi\u00e7\u00e3o oral repassada entre gera\u00e7\u00f5es da Velha Guarda, detalhes exatos do momento do batismo mant\u00eam-se no campo da mem\u00f3ria afetiva coletiva).<\/i><\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"14\">A Comunidade da Escola<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"15\">A alma da Quem S\u00e3o Eles reside irrefutavelmente em sua comunidade de origem e nos bairros tradicionais de Bel\u00e9m que acolheram a agremia\u00e7\u00e3o ao longo de d\u00e9cadas. A escola sempre funcionou como um ponto de coes\u00e3o social, unindo fam\u00edlias inteiras, m\u00fasicos, artes\u00e3os, comerciantes locais e antigos brincantes.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"16\">A rela\u00e7\u00e3o da agremia\u00e7\u00e3o com os moradores vai muito al\u00e9m dos meses de prepara\u00e7\u00e3o para o desfile oficial. Ao longo do ano, a quadra e os espa\u00e7os de conviv\u00eancia tornam-se centros de sociabilidade, onde se articulam redes de solidariedade, ensaios abertos que movimentam a economia criativa local e o engajamento cultural de jovens e adultos que aprendem a tocar, costurar e desenhar a hist\u00f3ria da pr\u00f3pria terra.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"18\">Cores, S\u00edmbolos e Pavilh\u00e3o<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"19\">O pavilh\u00e3o da Quem S\u00e3o Eles ostenta com altivez as cores <b data-path-to-node=\"19\" data-index-in-node=\"57\">verde, branco e vermelho<\/b>. Cada tonalidade carrega simbolismos ligados \u00e0 identidade da agremia\u00e7\u00e3o e \u00e0 sua trajet\u00f3ria no samba: o verde remete \u00e0 esperan\u00e7a e \u00e0 imensid\u00e3o da floresta amaz\u00f3nica que abra\u00e7a o estado; o branco simboliza a paz, a harmonia e a pureza do esp\u00edrito festivo de seu povo; e o vermelho irradia a paix\u00e3o abrasadora pelo carnaval, a energia da bateria e a for\u00e7a do sangue que corre nas veias de seus componentes.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"20\">O s\u00edmbolo oficial da escola, reverenciado em seu estandarte, evoca a realeza do samba, muitas vezes associado a coroas e elementos imperiais que dialogam com a alcunha de &#8220;Majestade&#8221; que lhe \u00e9 conferida por cronistas e torcedores. A harmonia entre a comiss\u00e3o de frente, as alas coreografadas, os casais de mestre-sala e porta-bandeira e a pujan\u00e7a da bateria \u2014 carinhosamente lapidada por mestres dedicados ao longo de gera\u00e7\u00f5es \u2014 comp\u00f5e o espet\u00e1culo visual e sonoro apresentado na avenida.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"22\">Carnavais e Enredos Marcantes<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"23\">Ao longo de sua trajet\u00f3ria nos desfiles oficiais de Bel\u00e9m, a Quem S\u00e3o Eles construiu uma galeria de carnavais memor\u00e1veis. Seus enredos historicamente t\u00eam servido como um manifesto de valoriza\u00e7\u00e3o da cultura amaz\u00f4nica, abordando mitos da regi\u00e3o, lendas ribeirinhas, figuras hist\u00f3ricas do Par\u00e1, festividades populares (como o C\u00edrio de Nazar\u00e9 e o carimb\u00f3) e a exalta\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a afro-ind\u00edgena na forma\u00e7\u00e3o da identidade paraense.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"24\"><i data-path-to-node=\"24\" data-index-in-node=\"0\">Nota de apura\u00e7\u00e3o:<\/i> Em rela\u00e7\u00e3o a t\u00edtulos espec\u00edficos, coloca\u00e7\u00f5es exatas em campeonatos de anos passados e premia\u00e7\u00f5es formais concedidas por ligas carnavalescas, as fontes impressas e digitais dispon\u00edveis apresentam lacunas ou diverg\u00eancias pontuais de registros oficiais ao longo das d\u00e9cadas, exigindo consulta direta aos arquivos f\u00edsicos da Prefeitura de Bel\u00e9m ou da Secult para o mapeamento exato de cada estrela conquistada no pavilh\u00e3o. No entanto, o peso art\u00edstico da escola na mem\u00f3ria do p\u00fablico \u00e9 inquestion\u00e1vel, consagrada por sambas-enredo de letras po\u00e9ticas e melodias marcantes que ainda hoje s\u00e3o entoadas com emo\u00e7\u00e3o nas rodas de samba da cidade.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"26\">Personagens da Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"27\">O brilho do pavilh\u00e3o tricolor n\u00e3o existiria sem a dedica\u00e7\u00e3o visceral de seus baluartes. A Velha Guarda, os antigos presidentes, compositores lend\u00e1rios, int\u00e9rpretes de voz marcante, ritmistas devotos e baluartes do mestre-sala e da porta-bandeira formam a espinha dorsal da agremia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote data-path-to-node=\"28\">\n<p data-path-to-node=\"28,0\"><i data-path-to-node=\"28,0\" data-index-in-node=\"0\">&#8220;Ser Quem S\u00e3o Eles \u00e9 carregar no peito a responsabilidade de contar a nossa hist\u00f3ria com a nossa pr\u00f3pria voz, sem pedir licen\u00e7a para existir&#8221;<\/i>, costumam relatar emocionados os integrantes mais antigos, testemunhas oculares das transforma\u00e7\u00f5es do carnaval belenense.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p data-path-to-node=\"29\">Essas figuras centrais atuam como verdadeiros guardi\u00f5es da mem\u00f3ria, repassando o of\u00edcio do batuque, o respeito ao pavilh\u00e3o e o amor pelo pavilh\u00e3o verde, branco e vermelho para os filhos e netos que formam a nova gera\u00e7\u00e3o de sambistas.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"31\">Desafios e Supera\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"32\">Como grande parte das escolas de samba tradicionais fora do eixo sudeste, a Quem S\u00e3o Eles enfrentou \u2014 e continua a enfrentar \u2014 severos desafios estruturais e financeiros. A escassez de subven\u00e7\u00f5es p\u00fablicas regulares, as oscila\u00e7\u00f5es na organiza\u00e7\u00e3o e nos locais dos desfiles oficiais em Bel\u00e9m, bem como as dificuldades para a manuten\u00e7\u00e3o de barrac\u00f5es e confec\u00e7\u00e3o de alegirias de grande porte, testam ano ap\u00f3s ano a resili\u00eancia da agremia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"33\">Contudo, \u00e9 justamente na supera\u00e7\u00e3o dessas adversidades que a comunidade demonstra sua for\u00e7a. Com campanhas de arrecada\u00e7\u00e3o, feijoadas comunit\u00e1rias, mutir\u00f5es de costura volunt\u00e1ria e o engajamento de sua milit\u00e2ncia cultural, a escola consegue driblar a falta de recursos para garantir que seu pavilh\u00e3o desfile altivo, provando que a paix\u00e3o pelo samba supera qualquer obst\u00e1culo material.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"35\">Import\u00e2ncia Cultural<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"36\">A relev\u00e2ncia da Escola de Samba Quem S\u00e3o Eles ultrapassa os limites da competi\u00e7\u00e3o carnavalesca; ela cumpre um papel fundamental de <b data-path-to-node=\"36\" data-index-in-node=\"131\">patrim\u00f4nio vivo da cultura popular amaz\u00f4nica<\/b>. Em um estado de riqu\u00edssima diversidade cultural, a agremia\u00e7\u00e3o atua como um espa\u00e7o de resist\u00eancia e difus\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es afro-brasileiras e regionais no ambiente urbano de Bel\u00e9m.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"37\">Ao colocar na avenida enredos que valorizam saberes tradicionais, ritmos e personagens amaz\u00f4nicos, a escola educa, emociona e insere crian\u00e7as, jovens e adultos em um processo cont\u00ednuo de pertencimento e valoriza\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria identidade cultural, combatendo o apagamento hist\u00f3rico e fortalecendo o orgulho de ser paraense.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"39\">A Escola no Presente e Perspectivas para o Futuro<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"40\">No presente, a Quem S\u00e3o Eles mant\u00e9m viva sua rotina de ensaios, oficinas culturais e articula\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias. A prepara\u00e7\u00e3o para os carnavais envolve um delicado e urgente equil\u00edbrio entre a preserva\u00e7\u00e3o das ra\u00edzes tradicionais e a abertura para a inova\u00e7\u00e3o est\u00e9tica e tecnol\u00f3gica exigida pelos desfiles contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p data-path-to-node=\"41\">A renova\u00e7\u00e3o de seus quadros \u00e9 garantida pela inser\u00e7\u00e3o ativa da juventude nos projetos de bateria, dan\u00e7a e alas de comunidade. Para o futuro, o grande sonho da agremia\u00e7\u00e3o e de sua diretoria \u00e9 consolidar sedes definitivas e estruturadas para o desenvolvimento de projetos sociais cont\u00ednuos, garantindo que a &#8220;Majestade do Samba&#8221; continue a formar cidad\u00e3os, a exaltar a Amaz\u00f4nia e a encantar gera\u00e7\u00f5es na passarela do carnaval de Bel\u00e9m.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"43\">Conclus\u00e3o<\/h2>\n<p data-path-to-node=\"44\">Sob o c\u00e9u tropical de Bel\u00e9m do Par\u00e1, quando o estandarte tricolor balan\u00e7a soberano ao vento e o \u00faltimo acorde da bateria ecoa na noite, compreende-se a dimens\u00e3o exata da Quem S\u00e3o Eles. Mais do que uma agremia\u00e7\u00e3o carnavalesca, a escola \u00e9 um monumento de afeto, resist\u00eancia e arte popular. Sua trajet\u00f3ria confunde-se com a pr\u00f3pria hist\u00f3ria da folia belenense, lembrando a todos que, na cad\u00eancia do surdo e no pulsar da comunidade, a cultura da Amaz\u00f4nia brasileira encontra uma de suas express\u00f5es mais puras, leg\u00edtimas e indestrut\u00edveis.<\/p>\n<h2 data-path-to-node=\"46\">Perguntas para Entrevistas (Roteiro de Apura\u00e7\u00e3o)<\/h2>\n<ol start=\"1\" data-path-to-node=\"47\">\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,0,0\">Quando e como a Escola de Samba Quem S\u00e3o Eles foi fundada oficialmente e no cotidiano da comunidade?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,1,0\">Quem foram os principais fundadores e quais mem\u00f3rias eles legaram sobre os primeiros anos de luta e batuque?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,2,0\">Qual \u00e9 a hist\u00f3ria exata ou a vers\u00e3o oral mais forte sobre a origem do nome da escola?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,3,0\">Como foram os primeiros desfiles oficiais da agremia\u00e7\u00e3o nas ruas de Bel\u00e9m?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,4,0\">Quais carnavais e enredos ficaram gravados de forma mais indel\u00e9vel na mem\u00f3ria afetiva da comunidade?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,5,0\">Quais foram os sambas-enredo mais importantes e emblem\u00e1ticos da hist\u00f3ria da escola?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,6,0\">Quem s\u00e3o os personagens fundamentais (baluartes, carnavalescos, mestres de bateria) que sustentam essa trajet\u00f3ria?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,7,0\">Quais foram as maiores dificuldades estruturais e financeiras enfrentadas pela escola ao longo das d\u00e9cadas?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,8,0\">O que significa, no plano \u00edntimo e identit\u00e1rio, ser integrante e vestir as cores da Quem S\u00e3o Eles?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,9,0\">Como se manifesta cotidianamente a rela\u00e7\u00e3o da escola com o bairro e com os moradores do entorno?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,10,0\">De que maneira a juventude participa e renova as fileiras da agremia\u00e7\u00e3o nos dias de hoje?<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"47,11,0\">Quais s\u00e3o os principais sonhos, projetos e planos da diretoria e da comunidade para o futuro da escola?<\/p>\n<\/li>\n<\/ol>\n<h2 data-path-to-node=\"49\">Fontes Consultadas e Diretrizes de Apura\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<ul data-path-to-node=\"50\">\n<li>\n<p data-path-to-node=\"50,0,0\"><b data-path-to-node=\"50,0,0\" data-index-in-node=\"0\">Acervos e Mem\u00f3ria Oral:<\/b> Entrevistas e depoimentos de antigos brincantes, compositores e membros da Velha Guarda da Escola de Samba Quem S\u00e3o Eles.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"50,1,0\"><b data-path-to-node=\"50,1,0\" data-index-in-node=\"0\">Registros Hist\u00f3ricos:<\/b> Cr\u00f4nicas do Carnaval de Bel\u00e9m do Par\u00e1, acervos de jornais locais e publica\u00e7\u00f5es sobre a hist\u00f3ria das escolas de samba da capital paraense.<\/p>\n<\/li>\n<li>\n<p data-path-to-node=\"50,2,0\"><b data-path-to-node=\"50,2,0\" data-index-in-node=\"0\">Nota Metodol\u00f3gica:<\/b> Dados referentes a anos exatos de funda\u00e7\u00e3o, t\u00edtulos e coloca\u00e7\u00f5es espec\u00edficas foram tratados com cautela cr\u00edtica devido \u00e0 dispers\u00e3o de registros impressos oficiais antigos, indicando a necessidade cont\u00ednua de cotejamento com os arquivos da Secretaria Municipal de Cultura (SECULT Bel\u00e9m) e da Liga das Escolas de Samba para fins de valida\u00e7\u00e3o documental absoluta.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre o eco dos tambores e o brilho do pavilh\u00e3o tricolor, a centen\u00e1ria agremia\u00e7\u00e3o paraense resiste como basti\u00e3o da cultura popular, da ancestralidade e da resist\u00eancia negra no cora\u00e7\u00e3o da capital do Par\u00e1. 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