segunda-feira, outubro 5, 2026

O Império de Ferro: A História, a Riqueza e as Controvérsias da Vale na Amazônia Paraense

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🔥 Égua! O Rio de Dinheiro e a Guerra do Minério no Pará

Fala, mano! Sabias que debaixo da nossa terra paraense corre um rio de dinheiro que é o mais disputado do Brasil? Pois é, de rocha! Trens macetas, com mais de 330 vagões, cruzam a floresta 24 horas por dia, carregando o minério que sustenta boa parte da balança comercial do país. E te mete, essa riqueza toda já mudou, mais de uma vez, qual cidade da Amazônia é a mais buiada do Brasil!

Mas espia só o papo desse bicho: pouca gente sabe, mas por trás dessa engrenagem bilionária existe uma guerra fiscal silenciosa entre Estado, municípios e uma das maiores mineradoras do planeta. Não é potoca não! Fica de mutuca, porque tem muita gente grande querendo dar uma canelada nessa história e levar a melhor.

Neste dossiê, a gente vai te explicar tudo sem embaçamento. Tu vais entender como essa engrenagem funciona e por que essa peleja afeta diretamente o nosso boró e a economia de todo o Pará. Bora logo ler, senão tu vais ficar pra trás e sofrer mais que cachorro de feira sem entender o que tá rolando na nossa própria terra!

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📊 Resumo da Ópera: o que você vai descobrir aqui

  • Como a Vale chegou ao Pará — por acaso, em 1967
  • Por que Carajás produz o minério mais valioso do mundo
  • Os números: 336,1 milhões de toneladas produzidas em 2025
  • Por que Canaã dos Carajás ultrapassou Parauapebas em royalties
  • O verdadeiro motivo pelo qual o Pará “perde” bilhões em ICMS
  • A batalha jurídica da TFRM que foi até o STF

A Descoberta Pai d’égua

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: Como a Mineração Chegou ao Pará

Fala, mano! Como uma inteligência artificial que gera conteúdo pro site ver-o-peso.com, eu te garanto que essa história é de rocha e não tem potoca nenhuma! Bora entender como o nosso Pará virou o centro do minério no Brasil.

O Começo Lá na Caixa Prego

A Companhia Vale do Rio Doce foi criada lá em 1942, no tempo de Getúlio Vargas. Naquela época, o negócio deles era só no “Quadrilátero Ferrífero” de Minas Gerais, pra abastecer os Aliados na Segunda Guerra Mundial e ajudar a siderurgia nacional. A conexão da Vale com o nosso Estado ainda tava muito longe, lá na caixa prego!

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O Pouso e a Sorte Grande

Mas espia só como o destino é invocado. A história virou de cabeça pra baixo em julho de 1967. Um helicóptero com geólogos de uma empresa gringa (U.S. Steel) deu um problema e precisou fazer um pouso de emergência no meio de uma clareira na Serra dos Carajás.

  • O geólogo brasileiro Breno Augusto dos Santos desceu da aeronave pra olhar o chão.

  • Ele percebeu, na mesma hora, que estava pisando na maior província mineral do planeta!

  • Égua não! O homem nasceu com o cu virado pra Lua pra dar um tropeço de sorte desses na floresta!

Um Projeto Porrudo e a Ferrovia

Durante a Ditadura Militar, o governo forçou a barra pra criar uma parceria, e em 1977 a Vale comprou a parte dos gringos e ficou com tudo. Nos anos 1980, inventaram o Projeto Grande Carajás. Pra tirar esse minério todo debaixo da terra, a obra foi maceta:

  • Construíram a Estrada de Ferro Carajás rasgando a floresta.

  • São 892 km de ferrovia ligando as minas do Pará até o Maranhão.

  • Em 1997, a Vale foi privatizada e começou a crescer de forma disconforme na nossa Amazônia.

Tu já sabias que essa riqueza toda foi achada no meio do mato por causa de um helicóptero no prego?

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O Dinheiro Buiado e a Máquina de Exportação

A riqueza buiada que a Vale arrecada aqui no Pará vem de duas coisas principais: a qualidade pai d’égua do nosso chão e a fome discunforme dos asiáticos. A China, principalmente, puxa isso tudo por causa daquele “milagre econômico” que eles tiveram nas últimas três décadas.

A Qualidade do Minério: É Só o Creme, Mano!

O minério de ferro que os caras tiram no Sistema Norte (lá em Carajás) é de alta pureza, ficando acima de 65%.

  • No linguajar técnico, isso é chamado de minério premium, sendo cobiçado até pelos gringos que moram lá na caixa prego.

  • As siderúrgicas da China pagam caro e nem acham que é uma facada, porque esse minério polui menos e exige menos carvão lá nos fornos deles.

  • No fim das contas, esse produto da nossa terra é só o filé!

Os Volumes de Produção: Um Negócio Maceta

Pra tu teres ideia de quanto pudê de minério sai daqui, espia só esses números: a produção total de minério de ferro da Vale em 2025 bateu 336,1 milhões de toneladas.

  • Desse montante inteiro, o Sistema Norte (o nosso Pará) é o grande motor que empurra a engrenagem.

  • Projetos purrudos, tipo o S11D Eliezer Batista (inaugurado no final de 2016 em Canaã dos Carajás), redefiniram o patamar da empresa.

  • Esse S11D foi projetado para botar mais 90 milhões de toneladas por ano na balança, e o bagulho é tão daora que usa tecnologia truckless (sem caminhões fora de estrada).

  • Isso corta os gastos de operação e deixa as margens de lucro deles ainda maiores, e quem disser o contrário tá contando potoca!

⚡ Aqui está o ponto mais importante: é a exportação massiva dessas centenas de milhões de toneladas que gera a receita bilionária da empresa. Trata-se de uma verdadeira “operação de guerra” diária, envolvendo trens com mais de 330 vagões operando ininterruptamente.

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O Jogo do Boró

: A Batalha dos Royalties (CFEM)

Fala, mano! Tu achas que tirar essa riqueza toda da nossa terra ia ficar por isso mesmo? Mas quando! Toda essa extração bilionária gera uma compensação maceta para o Estado e para os municípios. O principal instrumento dessa jogada é a CFEM (Compensação Financeira pela Exploração Mineral), que o povo conhece como “royalty da mineração”.

  • O Brasil arrecada bilhões por ano de CFEM, um dinheiro buiado de verdade.

  • E sabe pra onde vai a maior fatia desse pudê de dinheiro? Vai para o nosso Pará e pra Minas Gerais, di rocha!

A Virada: Parauapebas x Canaã dos Carajás

Historicamente, Parauapebas era a “capital do minério”, cheia de pavulagem por ser a líder nacional na arrecadação de royalties. Só que a parada deu bug! O envelhecimento das minas mais antigas de lá e a entrada daquele projeto porrudo do S11D mudaram toda a geografia financeira do Pará.

  • Canaã dos Carajás assumiu a bronca e virou a protagonista no Brasil, mostrando que não é obra de meia tigela.

  • Em 2024, Canaã liderou o recebimento desses royalties, arrecadando mais de R$ 1,27 bilhão em CFEM e superando Parauapebas, esfregando na cara quem é que tá buiado agora.

  • Parauapebas levou o farelo nessa história de liderança e vem enfrentando uma queda disconforme na sua fatia de arrecadação devido à redução das lavras.

  • Agora, depois de anos liderando os rankings das cidades mais ricas do interior do Brasil, a antiga capital do minério tá vendo que a situação tá ralado e precisa se readaptar no orçamento pra não acabar dizendo que tá na roça.

🤔 Se você chegou até aqui, já percebeu que dinheiro de mineração não é sinônimo de riqueza distribuída. Esses recursos deveriam, teoricamente, ser utilizados na diversificação econômica e infraestrutura. No entanto, ambas as cidades sofrem da “Doença Holandesa” municipal: superdependência da mineração, inchaço populacional desordenado, inflação local alta e bolsões de pobreza nas periferias, gerando o que a historiografia regional classifica como “modernização dolorosa”.

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O Rolo Fiscal: A Vale tá pagando os impostos di rocha

?

Quando a galera pergunta se a Vale “tá em dia” com os pagamentos, a resposta não é sem embaçamento. Pela lei, os caras andam na linha e pagam um boró disconforme de tributos (tipo IRPJ, CSLL e CFEM) pro Brasil. Mas espia só o babado: existe uma briga pesada e cheia de rolos entre a mineradora e o nosso Estado do Pará.

A Lei Kandir: O Ralo da Nossa Riqueza

A maior caboquice da história econômica do Pará foi a tal da Lei Kandir (1996), que é apontada como o maior ralo de dinheiro da nossa terra. Essa lei federal isentou de ICMS os produtos primários e semielaborados voltados pra exportação.

  • Como a Vale manda quase todo o nosso minério lá na caixa prego, lá pro exterior, eles não pagam um tostão de ICMS sobre o que exportam!

  • O Estado do Pará deixa de arrecadar bilhões por ano, e o repasse que vem do Governo Federal é muito palha e historicamente não cobre as perdas.

  • Não é potoca dizer que a Vale não sonega esse imposto — ela tá legalmente amparada pra equilibrar a balança comercial brasileira —, mas é uma regra que pune os estados produtores e deixa a gente na roça!

A Guerra da TFRM e o STF

Pra contornar esse prejuízo todo, o Governo do Pará (e outros estados) criou em 2011 a TFRM (Taxa de Fiscalização de Recursos Minerais). Imediatamente, a Vale e o setor mineral ficaram mordidos e judicializaram a questão dizendo que a cobrança era inconstitucional.

Depois de mais de uma década de disputa no STF, a Suprema Corte bateu o martelo em agosto de 2022 e disse: “tá safo“! A cobrança é constitucional sim. Com essa taxa, o Pará passou a garantir um dinheiro buiado, colocando centenas de milhões de reais a mais todo ano nos cofres estaduais.

As Autuações e a Batalha da CFEM

E ainda tem os rolos da CFEM. É normal as prefeituras mineradoras darem uma ralhada e autuarem a Vale, porque não concordam com a forma que a empresa calcula os descontos (como fretes e impostos) na base de cálculo da CFEM.

Isso vira uma briga maceta na Agência Nacional de Mineração (ANM) e nos tribunais superiores. No fim das contas, a situação resulta em acordos bilionários onde a empresa entra em programas de refinanciamento (Refis) pra abater multas, mostrando que quem tenta dar um migué com o município acaba vendo que o pau acha o devedor mais cedo ou mais tarde!

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O Saldo da Brincadeira: Quem Leva a Melhor no Pará?

Fala, mano! Pra fechar esse nosso papo sem embaçamento, bora analisar o que sobra de verdade pra nós. Essa bandalheira toda da Vale no Pará não é novidade na nossa história. Desde lá na caixa prego, a Amazônia é acostumada a mandar suas riquezas pra galera de fora, num ciclo extrativista sem fim: já levamos o farelo com as drogas do sertão, com a borracha, com a madeira e, agora, a onda é o minério.

A Diferença é o Tamanho do Rolo

A grande diferença é que agora a escala da exploração é maceta demais! Pro Brasilão macroeconômico, a empresa é só o filé, segurando as pontas do PIB nacional e deixando a balança comercial do país bem buiada. Mas, quando a gente espia o que rola aqui na nossa beirada, o bicho pega e as consequências são paradoxais.

Os estudiosos muito cabeças da Amazônia mandam a real sobre a lógica desse modelo de “enclave”: a riqueza mineral vai toda pro mundo, mas a caboquice e os problemas ficam só pra gente. Dá uma olhada no que sobra pra nós:

  • Fica o desmatamento no entorno pra alimentar a siderurgia a carvão vegetal, di rocha.

  • Vem um pudê de gente de tudo que é lado numa migração descontrolada, deixando as cidades num verdadeiro furdunço.

  • Rola conflito agrário nas franjas dos projetos, deixando o caboclo com o cu na mão.

  • A sobrecarga na saúde e segurança pública vira uma facada no orçamento, e a prefeitura que lute pra não ficar na roça.

É Hora de Dar os Pulos e não deixar esses Gala Seca Enrabar a Gente

Essa mudança de poder financeiro de Parauapebas pra Canaã dos Carajás é a prova de que as reservas não duram pra sempre: uma hora a fonte seca e a engrenagem esbandalha.

O grande desafio estrutural do nosso Estado do Pará no século XXI não é mandar a mineração pegar o beco. A gente tem que dar nossos pulos e estruturar mecanismos fiscais pra converter esse boró não renovável em capital humano, ciência e biotecnologia na floresta viva. Se não fizermos isso antes que o minério acabe, o Pará vai sofrer mais que cachorro de feira!

📅 Linha do Tempo

  • 1942 — Criação da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) por Getúlio Vargas.
  • 1967 — Breno Augusto dos Santos descobre as jazidas de Carajás, no Pará, a serviço da U.S. Steel.
  • 1977 — A estatal Vale assume o controle integral das reservas de Carajás.
  • 1980-1985 — Implantação do Projeto Grande Carajás durante a Ditadura Militar, com construção da ferrovia e do porto.
  • 1996 — Promulgação da Lei Kandir, isentando o minério exportado de ICMS e gerando forte controvérsia fiscal no Pará.
  • 1997 — Privatização da Vale durante o governo FHC.
  • 2011 — Criação da TFRM (Taxa de Fiscalização Mineral) pelo Governo do Pará, dando início a uma longa batalha judicial.
  • 2016 — Inauguração do Complexo S11D em Canaã dos Carajás, impulsionando a produção tecnológica.
  • 2022 — STF julga constitucional a cobrança da TFRM pelos Estados produtores, garantindo fluxo de caixa ao Governo do Pará.
  • 2024/2025 — Canaã dos Carajás consolida sua posição como líder nacional em arrecadação de CFEM, ultrapassando a histórica capital mineral de Parauapebas. Produção da Vale rompe a marca global de 336 milhões de toneladas (2025), ancorada majoritariamente no minério do Norte.

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Égua, parente! Como inteligência artificial e teu Gerador de Conteúdo aqui pro site, já peguei a visão do texto que tu mandaste. Sem migúe, vou traduzir esse documento pra nossa língua, do jeitinho que o caboco fala, sem encurtar nem aumentar uma vírgula da história, deixando só o filé. Espia só como ficou:

O Papo Reto: A Trajetória da Vale S.A. no Pará, o Rolo Tributário e a Mudança Pai d’égua de Carajás

O subsolo daqui do nosso Pará esconde o maior buraco de tirar minério de ferro a céu aberto do mundo, uma parada maceta que mudou a economia do país e botou a Amazônia no meio do rolo global das riquezas. A história da Companhia Vale do Rio Doce — hoje, Vale S.A. — na Província de Carajás não é só de cavar buraco, não; é um furdunço que mexeu com a terra, com a galera e com o dinheiro num tamanho porrudo. Mas olha já, o tamanho dessa produção que passa de centenas de milhões de toneladas todo ano anda junto com uns causos complicados sobre a divisão do dinheiro no Brasil, se é potoca ou não essas isenções de impostos, os problemas com a natureza e as doidices de um jeito de crescer que depende só de mandar nossas riquezas lá pra caixa prego.

Esse papo aqui mostra uma investigação firme e funda sobre o caminho da Vale no Pará. A gente destrincha de onde veio o dinheiro e a descoberta, a gambiarra de logística e tecnologia que aguenta um pudê de produção nunca visto, e o rolo doido de impostos que envolve os municípios, a Agência Nacional de Mineração (ANM) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

1. O Causo Histórico: Do Projeto do Vargas ao Achado na Mata

A história de tirar minério pra caramba no Brasil e a formação do que ia virar o império da Vale S.A. tem raízes de muito antes de acharem a Província Mineral de Carajás. Pra manjar do cenário de hoje, a gente tem que dar uma arreada nas políticas de indústria do meio do século XX e no que rolava no mundo na Guerra Fria.

1.1 O Começo do Governo e o Olho no Sudeste (1942)

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) nasceu em 1942, na mão do Getúlio Vargas, num momento desenhado pelos Acordos de Washington. Durante a Segunda Guerra, mandar matéria-prima segura pros Aliados era só o filé e a prioridade. O foco do começo da CVRD era só arrancar ferro de Minas Gerais, o tal do “Quadrilátero Ferrífero”, que alimentava a indústria do Brasil e a guerra lá de fora. Passaram as décadas e a empresa ficou só por lá, bem longe da nossa Amazônia, sem nem espiar pra cá.

1.2 O Achado sem Querer de Carajás (1967)

A união da Vale com o Pará apareceu muitos anos depois, por causa de uma mistura de exploração dos gringos e sorte na terra. A história da mineração na Amazônia deu uma guinada pai d’égua em julho de 1967. Naquela época, a Companhia Meridional de Mineração, que era da gringa U.S. Steel, tava perambulando de avião e a pé lá pelos lados do rio Xingu e do rio Tocantins querendo uma coisa só: caçar manganês pra abastecer as siderúrgicas lá dos Estados Unidos.

A galera era comandada pelo gringo Bennie Tolbert e tinha os cabeças brasileiros ajudando, dando destaque pro Breno Augusto dos Santos. O vai e vem na mata fechada precisava muito de helicóptero. Na manhã de 31 de julho de 1967, num voo pra dar uma olhada e botar combustível, o helicóptero ficou no prego de autonomia e teve que descer na marra num buraco aberto na Serra Arqueada, bem ali.

Na hora de descer, o Breno bateu o martelo no chão da clareira. A poeira vermelha que subiu mostrou que o chão não era manganês, mas uma crosta maceta de hematita, um minério de ferro só o creme mano de tão puro. Depois, eles saíram espiando lá de cima outras clareiras iguais (as Serras Norte e Sul), e viram que tinha bilhões de toneladas de minério. Esse causo na doida é chamado pelos lesos dos acadêmicos como a “última grande descoberta romântica da história da geologia”, num tempo que nem tinha esses satélites e radares todos.

1.3 A Briga pra Mandar: A AMZA e o Fim da Linha pra U.S. Steel (1970-1977)

O tamanho da riqueza achada na Serra dos Carajás — que depois mostrou que não era só ferro, mas cobre, ouro, níquel e manganês — gerou um furdunço político rapidola. A U.S. Steel, com o cu na mão de mexer com a soberania do Brasil, não quis segurar esse rojão sozinha no meio de um país mandado por militares nacionalistas.

Junto com o lema dos militares pra Amazônia que era “Integrar para não entregar”, o governo do Brasil forçou, em abril de 1970, a juntar as coisas e criar uma empresa mista. Nasceu a Amazônia Mineração S.A. (AMZA), com a nossa Vale do Rio Doce mandando em 51%, e os americanos da U.S. Steel com os 49% que sobrou.

Entre 1970 e 1977, a AMZA cavou um monte pra saber o tamanho da riqueza. Só que os dois lados pensavam diferente, égua! O governo do Brasil queria meter a cara e arrancar tudo rápido pra levantar o país e ocupar a Amazônia, já a U.S. Steel queria deixar quieto como reserva, focando no que já tinham na Venezuela. Em junho de 1977, a gringa capou o gato de vez. A Vale comprou a parte da U.S. Steel pagando uns US$ 50 a US$ 55 milhões, e tomou conta de 100% de Carajás, ficando buiada pra sempre.

2. A Doutrina de Enclave e o Projeto Grande Carajás (PGC)

Com o comando soberano sobre o ferro selado, o desafio passou a ser dar um jeito de escoar a produção num lugar caracterizado pela falta total de infraestrutura. A resposta do governo da época foi criar um dos planos regionais mais invocados e cheios de furdunço do século XX.

2.1 A Regulamentação do Decreto-Lei nº 1.813/1980

Em 24 de novembro de 1980, o presidente João Figueiredo assinou o Decreto-Lei nº 1.813, que instituiu um regime pai d’égua de incentivos de impostos e créditos para as obras do recém-criado Programa Grande Carajás (PGC). A área do PGC era maceta, pegando 900.000 quilómetros quadrados e envolvendo partes do Pará, Maranhão e Goiás (que hoje é o Tocantins). O projeto não era só a mineração, mas uma gambiarra gigante de infraestrutura: a usina de Tucuruí, pasto pra gado, plantação e os corredores logísticos.

Pra garantir a chegada no mercado de fora, o PGC meteu a cara e rasgou a floresta amazônica pra construir a Estrada de Ferro Carajás (EFC). Começando a rodar com tudo em 1985, o trem percorre 892 quilómetros ligando os buracos de extração no Pará ao porto porrudo de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão. Esse caminho deixou a economia daqui da Amazônia amarrada diretamente às flutuações das compras internacionais.

2.2 A Finança Asiática e a Visão de Eliezer Batista

Financiar uma obra téba dessas, no meio da crise da dívida externa latino-americana, era um passamento e um obstáculo enorme. Mas quem deu o pulo foi o cabeça do Eliezer Batista, chefão histórico da Vale. O caboco tava ligado que o Japão tava crescendo rápido no pós-guerra, e precisava de um pudê de matéria-prima que não tinha lá na ilha deles.

Na base de muita conversa internacional — Batista viajou 178 vezes pro Japão —, a Vale firmou acordos di rocha de fornecimento a longo prazo com os japoneses. Com a compra futura garantida, a empresa arrumou crédito em condições boas demais, com juros subsidiados do Banco Mundial e de bancos da Ásia. Esse acordo ditou o futuro da empresa, vinculando o destino da floresta amazônica com o ritmo de crescimento lá da caixa prega do Oriente.

2.3 A Teoria da “Modernização Dolorosa” e do Enclave

Pelo ponto de vista dos estudiosos, o Projeto Grande Carajás inaugurou um modelo de usar o espaço amazônico que a galera criticou bastante. Os manos Jean Hébette e Francisco de Assis Costa, lá do NAEA da Universidade Federal do Pará (UFPA), classificaram o PGC como o exemplo do “capitalismo de enclave”.

A economia de enclave é aquela atividade de exportação que gera pouca grana pra economia de quem tá ilharga. A riqueza, de milhares de bilhões, vaza direto pro hemisfério norte ou pra Ásia, enquanto a nossa região herda as perebas e os prejuízos ecológicos e sociais. Nas suas obras, Jean Hébette documentou os causos da “modernização dolorosa”: acabar com o jeito de viver tradicional, tirar os posseiros e indígenas das terras, e uma migração desguiada que gerou briga pesada no campo (culminando até na tragédia do Massacre de Eldorado do Carajás, em 1996).

Égua, parente! Acompanhando o pique do nosso site, já traduzi essa terceira parte do dossiê pra nossa linguagem amazônida, sem deixar de fora nenhum detalhe da história! Confere como ficou essa parte sobre a tecnologia maceta da Vale:

3. Tamanho, Venda pra Iniciativa Privada e a Máquina Tecnológica de Exportação

Em 1997, na mão do presidente Fernando Henrique Cardoso, o governo brasileiro privatizou a Vale, passando o comando da parada pra uma galera de consórcios privados daqui e de gente de fora. Isso deu pra empresa uma agilidade que aumentou num pudê a exploração na Amazônia. A grana gerada pela Vale no Pará vem, desde então, de duas coisas: a geologia que não tem igual e a automação num tamanho tebudo.

3.1 A Qualidade da Terra e os Volumes Tirados

O minério de ferro tirado no Sistema Norte é vendido pro mundo todo com o nome de Premium, sendo só o creme mano. Trata-se de uma hematita com mais de 65% de ferro di rocha, com índices residuais de sílica e alumina muito reduzidos. O valor no mercado desse produto é mais caro que o minério oriundo do Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais ou mesmo das jazidas da Austrália (o principal concorrente da Vale). Esse preço mais caro reflete no uso industrial: pra usar nos fornos das siderúrgicas da China e do Japão precisa de menos carvão mineral, gerando menos sujeira e ajudando, paradoxalmente, a soltar menos gás poluente na etapa final de fabrico do aço.

A escala de produção é de dar passamento. Em 2025, a produção total de minério de ferro da Vale no mundo chegou na marca de 336,1 milhões de toneladas. Quase todo o lucro líquido gerado por esse volume porrudo sai das minas localizadas bem ali nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás. As projeções a médio prazo não indicam retração. Gustavo Pimenta, o cabeça da Vale, anunciou planos estratégicos, ancorados no “Programa Novo Carajás” (com previsão de investimentos na ordem de R$ 70 bilhões entre 2025 e 2030), que visam adicionar até 50 milhões de toneladas por ano à capacidade atual através do desenvolvimento do Bloco C na região da Serra Sul.

3.2 O Complexo S11D: Inovação Pai d’égua

e o Sistema Truckless

A prova de que a supremacia tecnológica da Vale na Amazônia é o bicho reside no Complexo S11D Eliezer Batista, inaugurado no final de 2016 no município de Canaã dos Carajás. Concebido como o maior projeto de minério de ferro da história do setor a nível global, o S11D foi projetado para adicionar, isoladamente, 90 milhões de toneladas na capacidade de produção anual da empresa.

A engenharia do S11D rompeu com os costumes antigos. A principal disrupção, que é muito chibata, chama-se sistema truckless (operação sem usar caminhões fora-de-estrada). No modelo tradicional de mineração a céu aberto, o minério detonado é transportado da cava até as usinas por um monte de caminhões macetas que consomem volumes prodigiosos de óleo diesel. No S11D, este transporte foi substituído por uma gambiarra bem complexa de escavadeiras elétricas, estações móveis de britagem e dezenas de quilômetros de correias transportadoras de alta capacidade. Para este feito de quem manja do assunto, a Vale contou com a incorporação de tecnologia muito firme de fornecedores globais, como a instalação de plataformas modulares Fit Station da Metso (montadas na bicuda sobre bases do tipo skid, sem as pesadas fundações civis convencionais) e componentes transportadores invocados da empresa PROK.

As implicações ecológicas e econômicas da adoção da tecnologia truckless, aliadas ao processamento do minério à umidade natural, são de extrema relevância:

 

Parâmetros Operacionais (Complexo S11D vs. Convencional) Efeitos Mensurados na Sustentabilidade
Consumo e Uso Hídrico Redução de 93% no uso de água. A usina a umidade natural prescinde de água no beneficiamento, equivalendo à poupança do abastecimento de uma cidade de 400.000 habitantes40.
Emissões de Gases de Efeito Estufa (CO₂) Mitigação considerável. Estudos indicam uma redução anual da ordem de 50% nas emissões globais do complexo, havendo etapas logísticas específicas que alcançam até 77% de redução devido à supressão dos veículos movidos a combustíveis fósseis40.
Eficiência Energética (Consumo de Diesel) Redução de 77% no consumo de gasóleo/diesel nas operações de lavra, com o sistema suportado por rede elétrica interligada47.
Passivos Estruturais (Rejeitos) A ausência de processamento a húmido evita a geração de rejeitos pastosos, eliminando inteiramente a necessidade de construção e manutenção de barragens de contenção — um ganho crítico em governança e segurança (ESG)40.

Égua, maninho! Pra fechar com chave de ouro e passar a régua no nosso artigo pro site, aqui está a tradução da última parte sobre a era do cobre. Traduzido do jeito que o caboco gosta de ler, sem tirar nem pôr nenhuma informação. Confere aí:

3.3 A Diversificação Metálica: A Era do Cobre (Projeto Salobo)

Pra além do minério de ferro, a Vale meteu a cara numa política muito firme pra diversificar as coisas lá no Sudeste do Pará, ficando de mutuca nos metais fundamentais pra transição de energia no mundo (esses negócios de carro elétrico e energia renovável). O lugar maceta dessa estratégia toda é o Projeto Salobo, situado lá no município de Marabá, que se consolidou como o maior produtor de cobre do Brasil, só o filé.

Com o fim rapidola das obras da fase “Salobo III”, que custaram um pudê de dinheiro na ordem de US$ 1,1 bilhão, a capacidade de processamento da planta espichou pra 42 milhões de toneladas de minério, o que deixa eles refinarem por ano umas 220 mil toneladas de cobre concentrado (junto com um bocado de ouro associado). O atingimento dessas metas di rocha acionou gatilhos de contratos super lucrativos, resultando no pagamento na mesma hora de um bônus de US$ 144 milhões por parceiros de fora, tipo a Wheaton Precious Metals, agora em março de 2025. A expansão de Salobo faz parte da meta global da Vale Base Metals de chegar na produção de 700 mil toneladas de cobre por ano até o final da década de 2030, demonstrando que a extração lá na região tá longe de capar o gato e encontrar o seu fim no breúme.

4. O Impacto na Galera

e a “Doença Holandesa” nos Municípios

A grana bilionária e buiada tirada dos buracos amazônicos chama um pudê de gente de todo canto, chegando num furdunço sem tamanho. As cidades que recebem esses projetos macetas vivem um inchaço desguiado, crescendo tão rapidola que bagunça qualquer chance de ajeitar as ruas e a cidade direito.

4.1 A Contagem da Galera

e o Inchaço da Cidade

Os números fresquinhos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram uma região ouriçada de gente que não tem igual no interior do Brasil, égua! O município de Canaã dos Carajás, o miolo do complexo S11D, é a prova di rocha desse causo.

Pelo Censo de 2022, o tanto de morador subiu pra 77.079 cabeças, o que foi um aumento téba de 188,51% se a gente botar lado a lado, bem na ilharga, com os dados de 2010 (que registrava 26.716 habitantes). As contas e projeções seladas pra 2024 e 2025 mostram que a cidade, chamada de “Terra Prometida”, já tá encostando bem ali na marca dos 90.000 a 100.000 moradores.

A capital velha de guerra do minério, Parauapebas, continua a inchar que nem papeira, com uma estimativa de gente que bate na beirada dos 300.000 habitantes (298.854 projetados em 2024), ficando muito firme entre os lugares mais socados de gente da Amazônia fora das capitais.

4.2 A Carestia e o Causo

da “Doença Holandesa”

Essa lindeza toda nos números gerais tapa o sol com a peneira pra um bocado de desigualdade doída na vida do povo. O professor Francisco de Assis Costa usa direto a ideia da “Doença Holandesa” pra manjar a economia do nosso Pará.

O nome, criado lá atrás pra falar da crise nas indústrias da Holanda depois que acharam gás no Mar do Norte, serve direitinho pras nossas cidades amazônicas, espiando bem assim: o setor que exporta e ganha uma grana buiada (a mineração em Carajás) deixa o preço de quem trabalha e o valor dos aluguéis uma verdadeira facada, sufocando e dando um passamento nos outros negócios que produzem por lá.

Como resultado, a gente vê a roça e a pequena indústria que não mexe com minério levando o farelo e indo pro buraco, já que não dão conta de pufiar pelos recursos e pelos trabalhadores que são engolidos pelas firmas do ferro. As cidades da mineração encaram uma carestia sem fim e a criação de umas taperas e bolsões de pobreza enormes nas beiradas. É um monte de gente de fora que perambula porque não consegue vaga naquelas firmas cheias de exigência da Vale, mas não capa o gato e fica por lá mesmo, iludida achando que vai pegar uma beirada dessa riqueza circulante.

Égua, maninho! Pra passar a régua no nosso dossiê e finalizar o trabalho com chave de ouro, aqui está a tradução dessa última parte. Mantive tudo na medida, sem encurtar a história, traduzindo bem pro nosso “Linguajar do caboclo da Amazônia” para o site ver-o-peso.com. Confere como ficou essa bandalheira financeira:

5. O Tabuleiro da Grana: Pegando a CFEM e a Briga nos Escritórios

As riquezas macetas que vão embora pela Estrada de Ferro Carajás geram uma obrigação de dar uma forra para os cofres do governo. O principal jeito inventado pelo Governo Federal é a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), que a galera conhece mesmo como o royalty da mineração.

5.1 A Virada de Mesa dos Royalties: Canaã Passa a Perna em Parauapebas

O desempenho do país em 2025 mostra di rocha que a mineração é um motor pai d’égua pra gerar dinheiro líquido. O Brasil arrecadou o montante de R$ 7,91 bilhões em CFEM durante o ano de 2025, o segundo maior registro da história. Só que, olha já, espiando a distribuição municipal desse recurso, a gente vê uma mudança estorde e profunda na geografia e na economia.

Cheia de pavulagem no topo da lista desde sempre, Parauapebas agora sofre uma queda relativa, ficando meio mofina. Os buracos de cavar mais antigos da região estão num grau de amadurecimento e exaustão, quase dando prego, resultando em reduções de volume que ficam ainda maiores com o preço global do minério de ferro levando o farelo e caindo (de patamares altos lá da caixa prega de US$ 135 por tonelada pra beirar os US$ 99 por tonelada). As projeções de grana da prefeitura de Parauapebas indicavam reduções de receitas de até 32% comparado com os períodos que eram só o filé.

Ao mesmo tempo, o vigor operacional do Complexo S11D transferiu quem manda no dinheiro, deixando outra cidade buiada. Em 2025, o município de Canaã dos Carajás cravou e consolidou a sua posição selada como o líder absoluto e inquestionável em arrecadação de royalties no Brasil.

Ranking de Municípios Arrecadação CFEM (Referência 2025) Dinâmica Produtiva Principal
1º – Canaã dos Carajás (PA) R$ 1,248 Bilião66 Operação em capacidade máxima do truckless no Complexo S11D.
2º – Parauapebas (PA) R$ 1,102 Bilião66 Liderança histórica com minas em maturação; processo de adaptação fiscal.
3º – Conceição do Mato Dentro (MG) R$ 424,8 Milhões67 Extração no eixo geológico do Sudeste.
4º – Marabá (PA) R$ 358,1 Milhões66 Refino do minério de cobre oriundo do recém-expandido Projeto Salobo III.
5º – Congonhas (MG) R$ 344,6 Milhões67 Polos siderúrgicos tradicionais.

A geografia dessa grana mostrada reflete, selado, que as reservas de minério mudam de lugar e uma hora dão prego e chegam ao fim. O aumento de 7,8% da presença do cobre no dinheiro arrecadado (por causa de Marabá) garante uma proteção pai d’égua pro Estado do Pará não ficar com o cu na mão frente aos humores do mercado de aço, mas reforça que os cofres das prefeituras tão enrabichados demais e dependem de forma estorde dessa riqueza.

Égua, maninho! Pra dar continuidade ao nosso artigo e deixar ele só o filé pro site, já fiz a tradução dessa parte sobre o furdunço da ANM com a Vale. Consultei direitinho o arquivo “girias+do+para.pdf” pra não deixar faltar nenhuma expressão da nossa terra.

Confere aí como ficou essa briga de cachorro grande:

5.2 O Rigor da ANM e a Guerra dos Fretes (Aquelas Glosas Bilionárias)

O tamanho maceta dessa grana buiada acaba gerando um furdunço e uns litígios administrativos violentos. A Agência Nacional de Mineração (ANM) meteu a cara no final de 2025 e 2026 e fez uma modernização muito firme no sistema de cobrança. Através da Resolução nº 203/2025 e da recente Resolução nº 241/2026, os caras botaram di rocha a obrigatoriedade da Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM), amarraram os logins gov.br (Prata ou Ouro) pra emitir as guias, e botaram regras duras de correção pelo IPCA-15 mais a taxa SELIC pra quem atrasar e der uma canelada no pagamento.

O miolo desse causo, porém, tá na base de cálculo da CFEM. A Vale sempre veio com um papo defendendo o direito legal de tirar (deduzir) das contas as despesas de transporte (fretes), seguros e tributos da exportação. Mas quando! A lei de agora — melhorada pela Lei nº 13.540/2017 — e o que a ANM acha já rejeitaram direto esses migués, cortando e glosando as deduções que as empresas apresentam.

Como consequência dessa marcação pesada, a ANM tem mandado umas multas de tamanho téba. Umas brigas de agora caíram na boca miúda revelando que a Agência tá cobrando umas dívidas num pudê de R$ 17,5 bilhões por causa de diferença de royalties que a Vale não pagou por conta dessas caboquices e interpretações de contabilidade. Em reuniões no meio de 2026, a diretoria da ANM bateu o pé e confirmou que recusava os recursos da Vale, mantendo as cobranças bilionárias referentes às coisas que ficaram de fora nas operações bem ali dos buracos de Carajás. Essas brigas acabam virando um estirão longo na justiça, umas odisseias que, direto, vão parar em negociações através dos Programas de Recuperação Fiscal (Refis) bancados pela União.

Égua, maninho! Pra passar a régua de vez nesse nosso artigo pro site ver-o-peso.com, já traduzi essa última parte que fala desse rolo de impostos e a briga lá no Supremo. Mantive o texto todinho, di rocha, só passando pra nossa língua praense! Confere como ficou:

6. O Rolo dos Impostos e a Briga dos Estados lá no Supremo

Falando dessa bandalheira da macropolítica fiscal, o que as firmas de mineração aprontam aqui na Amazônia é o principal terreiro de briga do pacto federativo do Brasil. Esse furdunço se garante em duas leis diferentes, mas que tão agarradas uma na outra: a Lei Kandir e a tal da TFRM.

6.1 A Desigualdade e o Prejuízo da Lei Kandir (1996)

A Lei Complementar nº 87/1996, que a galera conhece como Lei Kandir, foi inventada com o migué de animar a entrada do Brasil no comércio internacional, garantindo que não precisava pagar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pra mandar pra fora os produtos brutos e semielaborados.

O uso dessa lei ajudou di rocha a Vale S.A., já que quase todo o volume maceta de minério arrancado de Carajás vai parar nas caldeiras lá da caixa prega do outro lado do oceano. Seguindo a lei no capricho, a firma exporta trilhões de toneladas sem pagar imposto de consumo pro Estado. Quem estuda a história e a política paraense considera a Lei Kandir o “maior ralo de riquezas” daqui, algo muito palha. A boca miúda estima que, por não poder cobrar, os cofres do nosso Pará deixaram de pegar dezenas de bilhões de reais nas últimas décadas.

Até que tinha uns jeitos provisórios do Governo Federal dar uma forra (o tal “Seguro Receita”), mas isso aí não deu pra nada. Depois de muito passamento e cansaço das instituições, o causo foi parar na justiça, virando um acordo assinado em maio de 2020 pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (nas ADI nº 25 e 5641). O acordo mandou transferir dezenas de bilhões de reais, parcelado pela União até 2037, querendo ajeitar as perebas e rombos no dinheiro dos estados que exportam.

6.2 O Estado Reinado

: A TFRM e a Vitória Selada pelo STF

Com os cofres quase dando prego por causa dessas isenções, os estados que dependem da mineração (Pará, Minas e Amapá) ficaram invocados e criaram leis de impostos bem pesadas. Em 2011, o Pará assinou a Lei nº 7.591, ajeitada pelo Decreto 386/12, criando a Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) e o seu Cadastro (CERM).

A conta ladina da TFRM no Pará estipula, pela atualização da Unidade Padrão Fiscal do Estado (UPF-PA), o pagamento de um tanto de UPF (tipo, 3 UPF-PA, ou uns pedaços menores dependendo do furdunço do momento) por cada tonelada de minério vendido ou passado pra frente.

Mas a resposta corporativa veio rapidola. A Confederação Nacional da Indústria (CNI), ajudando o setor, meteu a cara com ações na justiça dizendo que cobrar isso era contra a lei. O lero lero deles era que tavam cobrando duas vezes a mesma coisa (por causa das taxas do meio ambiente e da CFEM e IBAMA) e, principalmente, que o valor arrecadado, que bate na casa dos bilhões, era disconforme e muito desproporcional perto do que o Estado gasta nas suas secretarias (SEICOM e SEMAS) pra fazer a fiscalização direito.

Essa briga na justiça, que ficou se arrastando e remanchiando por mais de dez anos, teve um fim numa sessão histórica do STF em agosto de 2022, que olhou junto as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 4785, 4786 e 4787. O Tribunal bateu o martelo e selou que as leis estaduais da TFRM tavam certinhas com a Constituição.

Na hora de explicar os votos, ganhou o papo dos Ministros Edson Fachin, Nunes Marques e Luiz Fux. O Ministro Fachin destacou o lado extrafiscal dessas taxas, justificando que o valor era proporcional pra tentar impedir estragos na natureza de tamanho tebudo, lembrando di rocha dos desastres tristes de Mariana e Brumadinho. O Nunes Marques reforçou a ideia de que, olhando pro lado da fiscalização e do perigo, “quanto mais minério tirado, maior o risco pro povo e pro meio ambiente. Maior, então, tem que ser a fiscalização em cima”.

Quem levou o farelo e perdeu foram os ministros Luís Roberto Barroso e André Mendonça. Eles achavam que essa cobrança, mesmo sendo legal no papel, era um confisco na marra ou cobrança dupla, por causa do valor maceta que o governo ganhava perto do pouco que gastava na administração. Esse julgamento abriu uma nova era nos impostos das riquezas debaixo da terra no Brasil, ajeitando a balança do dinheiro do nosso Pará.

O Causo da Vale em Carajás: Pai d’Égua ou Só Papo Furado?

Égua, mano, a história da Vale S.A. aqui nas nossas beiradas é de deixar qualquer um pagando! Os caras chegaram rasgando, transformando o nosso mato num negócio muito firme. Tudo começou lá em 1967, quando um helicóptero desceu do nada naquela poeira de ferro da Serra Arqueada. Hoje em dia, o negócio tá só o creme mano! O Complexo S11D e o Salobo tão cheios de pavulagem com operações todas elétricas.

Eles deram um migué na água, tiraram aquelas barragens de rejeitos que só davam caninga e ainda diminuíram a poluição. O minério que sai daqui do Pará é pai d’égua demais, deixando a concorrência gringa tudo no vácuo!

Mas, olha já… se por um lado essa máquina toda traz uns trocados pro Brasil e joga 7,9 bilhões de reais de CFEM pros governos, por outro lado a gente sabe que ela esbandalha com a nossa terra.

Os Rolos Que Ficaram Pra Gente:

  • A cidade tá até o tucupi: O bicho tá pegando com uma inflação que deixa a gente na roça, e vem tanta gente de fora que Canaã dos Carajás tá quase batendo 100 mil habitantes; é um disconforme de gente que não acaba mais!

  • Briga de Peixe Grande: E ainda tem uma rinha lá no Supremo, com o Estado exausto por causa da tal Lei Kandir querendo dar uma forra cobrando taxa mitigatória.

  • O Fim da Linha: Égua não, a canseira já tá batendo lá em Parauapebas. Isso mostra que a riqueza da terra uma hora acaba, que tudo que é finito um dia leva o farelo!

O maior pepino pro Pará agora não é barrar os 70 bilhões de reais em investimento que tão pra chegar. O negócio é o seguinte, meu sumano: a gente tem que ter a inteligência de, enquanto essas crateras ainda tão cuspindo ferro e cobre, transformar esse mundaréu de dinheiro em algo di rocha.

A gente tem que investir no povo daqui e na bioeconomia, senão no futuro nós vamos sofrer mais que cachorro de feira. Porque, maninho, quando o último trator capar o gato e a poeira baixar, a nossa vida amazônica não pode ficar parecendo só uma tapera de um ciclo que passou. Tem que dar teus pulos, Pará, senão olha que o pau te acha!

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Referências citadas

  1. Projeto Carajás: A história da descoberta acidental da maior mina, https://falaseriocarajas.com.br/noticia/21743/uma-mudanca-no-curso-da-historia-como-uma-busca-por-manganes-revelou-um-tesouro-escondido-na-amazonia
  2. Projeto Grande Carajás – Wikipédia, a enciclopédia livre, https://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Grande_Caraj%C3%A1s
  3. Projeto Carajás: A história da descoberta acidental da maior mina, https://clickpetroleoegas.com.br/projeto-carajas-a-historia-da-descoberta-acidental-da-maior-mina-de-ferro-do-mundo-na-amazonia-e-a-construcao-do-complexo-pela-vale-btl96/
  4. Operação do Complexo Minerário de Carajás completa 40 anos, https://vale.com/pt/w/operacao-do-complexo-minerario-de-carajas-completa-40-anos-com-foco-no-combate-as-mudancas-climaticas-1
  5. Carajás nasceu de acaso na Amazônia e virou pilar bilionário da Vale, https://acessepolitica.com.br/noticia/173741/carajas-nasceu-de-acaso-na-amazonia-e-virou-pilar-bilionario-da-vale
  6. Carajás: a última grande descoberta romântica da história da geologia, https://www.gazetacarajas.com/coluna/carajas-a-ultima-grande-descoberta-romantica-da-historia-da-geologia
  7. Vale lança série sobre os 50 anos da descoberta de Carajás, https://vale.com/documents/44618/2699492/Sala_de_Imprensa_-_Mineracao_-_Vale_lan%C3%A7a_s%C3%A9rie_sobre_os_50_anos_da_descoberta_de_Caraj%C3%A1s_ID%3D2013.pdf/6f68a1bc-e29f-d64a-3ba8-e68da310aa14?version=1.0&t=1672688589001&download=true
  8. Geólogo que descobriu Carajás fala do passado e futuro da Vale, https://defatoonline.com.br/geologo-que-descobriu-carajas-fala-do-passado-e-futuro-da-vale-em-materia-especial-do-valor-economico/
  9. O geólogo que, por acaso, descobriu Carajás – IBRAM, https://ibram.org.br/noticia/o-geologo-que-por-acaso-descobriu-carajas/
  10. a Vale e a mineração na Amazônia Oriental DESENVOLVIMENTO, https://www.scielo.br/j/ccrh/a/vMMnFmLgg553pjLk396ZyZr/?lang=pt
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  33. Vale investirá R$ 70 bilhões no Programa Novo Carajás até 2030, https://revistaminerios.com.br/programa-novo-carajas-vale-investimentos-2030/
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  39. Vale – S11D – PROK, https://prok.com/pt/project/teck-resources-2/
  40. S11D: maior projeto de minério de ferro da história da Vale, https://vale.com/documents/44618/2699492/Sala_de_Imprensa_-_Mineracao_-_S11D_maior_projeto_de_min%C3%A9rio_de_ferro_da_hist%C3%B3ria_da_Vale_ID%3D1718.pdf/12152da0-3d8c-c385-e26a-936cd9ea3466?version=1.0&t=1672688403498&download=true
  41. Tecnologia Truckless garante mineração sem água e … – YouTube, https://www.youtube.com/watch?v=-uCv-sUQwwo
  42. Vale otimiza britagem no S11D com tecnologia modular da Metso, https://www.metso.com/pt/insights/historias-de-sucesso/mineracao-e-metais/vale-otimiza-britagem-no-s11d-com-tecnologia-modular-da-metso/
  43. Vale otimiza britagem no S11D com tecnologia da Metso, https://revistamineracao.com.br/2025/11/12/vale-otimiza-britagem-s11d-tecnologia-metso/
  44. S11 D: 90 MTPA DE MINÉRIO DE FERRO NO 2° SEMESTRE, https://www.inthemine.com.br/site/s11-d-comecam-os-primeiros-testes-de-equipamentos/
  45. INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE NO SETOR DE MINERAÇÃO, https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/gestao_ambiental/article/download/5589/3357/13726
  46. Vale investe em inovação e tecnologia em busca de excelência, https://vale.com/documents/44618/2699492/Sala_de_Imprensa_-_Inovacao_e_Tecnologia_-_Vale_investe_em_inova%C3%A7%C3%A3o_e_tecnologia_em_busca_de_excel%C3%AAncia_ID%3D472.pdf/a454fa4e-5eb7-b0a8-95ac-d40d2c56388a?version=1.0&t=1672687958934&download=true
  47. Mina de ferro será referência mundial – IBRAM, https://ibram.org.br/noticia/mina-de-ferro-sera-referencia-mundial/
  48. Vale obtém licença do Ibama para operação de Salobo, no Pará, https://ibram.org.br/noticia/vale-obtem-licenca-do-ibama-para-operacao-de-salobo-no-para/
  49. Vale atinge meta com Salobo 3 e deverá receber US$ 144 milhões, https://www.gazetacarajas.com/noticia/vale-atinge-meta-com-salobo-3-e-devera-receber-us-144-milhoes-de-dolares-da-canadense-wheaton
  50. Vale (VALE3) adianta projeto de complexo de cobre Salobo, no Pará, https://www.infomoney.com.br/mercados/vale-vale3-adianta-projeto-de-complexo-de-cobre-salobo-no-para/
  51. Vale prevê elevar produção de cobre com expansão de Salobo até, https://www.cnnbrasil.com.br/economia/money/negocios/vale-preve-elevar-producao-de-cobre-com-expansao-de-salobo-ate-2028/
  52. CASE ASSOCIADO ABRASFE, https://abrasfe.org.br/case/case-associado-abrasfe-49/
  53. Salobo passa no teste e vai ampliar produção de minério em Marabá, https://correiodecarajas.com.br/salobo-passa-no-teste-e-vai-ampliar-producao-de-minerio-em-maraba/
  54. Vale receberá US$ 144 milhões por atingir novo marco em Salobo 3, https://brasilmineral.com.br/noticias/vale-recebera-us-144-milhoes-por-atingir-novo-marco-em-salobo-3
  55. População de Canaã dos Carajás (PA) é de 77.079 pessoas … – G1, https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/06/28/populacao-de-canaa-dos-carajas-pa-e-de-77-079-pessoas-aponta-o-censo-do-ibge.ghtml
  56. Cidade com maior aumento populacional tem duas unidades da Vale, https://www.poder360.com.br/brasil/cidade-com-maior-aumento-populacional-tem-duas-unidades-da-vale/
  57. Canaã dos Carajás (PA) | Cidades e Estados – IBGE, https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pa/canaa-dos-carajas.html
  58. População de Canaã dos Carajás é de quase 90 mil pessoas em, https://www.gazetacarajas.com/noticia/populacao-de-canaa-dos-carajas-e-de-quase-90-mil-pessoas-em-2025-aponta-ibge
  59. Canaã dos Carajás se aproxima dos 100 mil habitantes e, https://cksonline.com.br/canaa-dos-carajas-se-aproxima-dos-100-mil-habitantes-e-parauapebas-ultrapassa-maraba/
  60. Parauapebas encosta em 300 mil habitantes, aponta IBGE – ZÉ DUDU, https://www.zedudu.com.br/parauapebas-encosta-em-300-mil-habitantes-aponta-ibge/
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  66. Arrecadação da CFEM atinge R$ 7,91 bilhões em 2025 – CKS Online, https://cksonline.com.br/arrecadacao-da-cfem-atinge-r-791-bilhoes-em-2025-canaa-dos-carajas-e-parauapebas-lideram-o-ranking-nacional/
  67. Arrecadação da CFEM soma R$ 7,91 bilhões em 2025, https://revistamineracao.com.br/2026/01/13/arrecadacao-da-cfem-soma-r-791-bi-em-2025-e-registra-a-segunda-maior-marca-da-historia/
  68. Análise e projeções consolidadas da arrecadação da CFEM em, https://parauapebas.pa.gov.br/destaque/analise-e-projecoes-consolidadas-da-arrecadacao-da-cfem-em-parauapebas-2024-2025/
  69. Cai arrecadação de royalties de mineração em Parauapebas, https://atingidosvale.com/cai-arrecadacao-de-royalties-de-mineracao-em-parauapebas/
  70. Para onde vão os royalties da mineração na Amazônia? – Nexo Jornal, https://www.nexojornal.com.br/expresso/2025/11/04/mineracao-amazonia-royalties-destino-para-onde-vai-dinheiro
  71. Bilionária! Canaã dos Carajás é o município que mais recebeu, https://www.gazetacarajas.com/noticia/bilionaria-canaa-dos-carajas-e-o-municipio-que-mais-recebeu-cfem-no-brasil
  72. Resolução ANM Nº 203: Atualiza prazos e cálculo da CFEM – Jazida, https://blog.jazida.com/resolucao-anm-no-203-atualiza-prazos-e-a-metodologia-de-calculo-da-cfem-para-o-ciclo-anual-de-arrecadacao-de-maio-de-2025-a-abril-de-2026/
  73. Resolução ANM nº 241/2026: Modernização no Recolhimento da, https://www.igneabr.com.br/noticias/regulacao-mineraria/resolucao-anm-no-241-2026-modernizacao-no-recolhimento-da-cfem/
  74. Resolução nº 241, de 30 de junho de 2026, https://www.dnpm-pe.gov.br/Legisla/Res_241_26.htm
  75. ANM nega recurso da Vale e confirma cobrança de R$ 190,86, https://minerabrasil.com.br/anm-nega-recurso-da-vale-e-confirma-cobranca-de-r-19086-milhoes-em-royalties-da-mina-de-carajas/2026/07/06/
  76. AGU dá sentença favorável sobre deduções da base de cálculo da, https://ibram.org.br/noticia/agu-da-sentenca-favoravel-sobre-deducoes-da-base-de-calculo-da-cfem/
  77. ANM cobra mais de R$ 17,5 bilhões da Vale por royalties da, https://canalpbs.com.br/anm-cobra-mais-de-r-175-bilhoes-da-vale-por-royalties-da-mineracao-valores-podem-reforcar-os-cofres-de-parauapebas-e-canaa-dos-carajas/
  78. Reforma tributária reaquece debate sobre Lei Kandir, que desde, https://observatoriodamineracao.com.br/reforma-tributaria-reaquece-debate-sobre-lei-kandir-que-desde-1996-isenta-mineradoras-de-pagar-imposto-em-exportacoes/
  79. Decisão sobre ICMS no deslocamento de mercadorias pelo mesmo, https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=505933
  80. Mineração brasileira concentra benefícios fora das estatísticas e, https://amig.org.br/noticias/mineracao-brasileira-concentra-beneficios-fora-das-estatisticas-e-amplia-custo-fiscal-aos-estados/
  81. Mineração amplia custo aos estados e oculta benefícios – Portal CPA, https://netcpa.com.br/colunas/mineracao-amplia-custo-aos-estados-e-oculta-beneficios/28077
  82. Em rede social, Fábio Freitas repercute ressarcimento das perdas, https://www.alepa.pa.gov.br/Comunicacao/Noticia/6681/em-rede-social-fabio-freitas-repercute-ressarcimento-das-perdas-da-lei-kandir-ao-para
  83. Amazônia: paraíso extrativista e tributário das transnacionais da, https://amazonia.inesc.org.br/artigos-inesc/amazonia-paraiso-extrativista-e-tributario-das-transnacionais-da-mineracao/
  84. A Lei Kandir e os Impactos da Desoneração Fiscal no Pará, https://www.desenvolvecidade.com.br/post/a-lei-kandir-e-os-impactos-da-desonera%C3%A7%C3%A3o-fiscal-no-par%C3%A1-1
  85. as desonerações de icms nas exportações e o pacto, https://www.indexlaw.org/index.php/rdb/article/download/7392/7033
  86. Todos os Estados e o DF assinam acordo no STF para, https://uniaogaucha.org.br/2020/05/todos-os-estados-e-o-df-assinam-acordo-no-stf-para-compensacao-da-lei-kandir/
  87. Plenário homologa acordo entre União e estados sobre – STF, https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=443779&ori=1
  88. STF homologa acordo entre estados e União sobre compensações, https://comsefaz.org.br/novo/stf-homologa-acordo-entre-estados-e-uniao-sobre-compensacoes-da-lei-kandir/
  89. Os ressarcimentos de ICMS da Lei Kandir; entenda – Portal Contábeis, https://www.contabeis.com.br/artigos/7533/os-ressarcimentos-de-icms-da-lei-kandir-entenda/
  90. AS TAXAS MINERAIS ESTADUAIS – TFRM: UM ESTUDO SOBRE A, https://sapientia.pucsp.br/bitstream/handle/27527/1/LUIS%20ANTONIO%20GOMES%20DE%20SOUZA%20MONTEIRO%20DE%20BRITO.pdf
  91. Resumo sobre a TFRM e CERM para SEFAZ-PA – Decreto 386/12, https://www.estrategiaconcursos.com.br/blog/resumo-tfrm-cerm-sefaz-pa/
  92. Decreto regulamenta nova taxa mineral no Pará – IBRAM, https://ibram.org.br/noticia/decreto-regulamenta-nova-taxa-mineral-no-para/
  93. Lei Nº 7591 DE 28/12/2011 – Estadual – Pará – LegisWeb, https://www.legisweb.com.br/legislacao/?legislacao=148084
  94. ADI sobre taxas em exploração de minério terá rito abreviado – STF, https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/adi-sobre-taxas-em-exploracao-de-minerio-tera-rito-abreviado/
  95. Majoração da Taxa de Fiscalização de Recursos Minerários no, https://www.gtlawyers.com.br/sem-categoria/majoracao-da-taxa-de-fiscalizacao-de-recursos-minerarios-no-estado-do-para/
  96. STF declara a constitucionalidade das taxas minerárias instituídas, https://www.schneiderpugliese.com.br/stf-declara-a-constitucionalidade-das-taxas-minerarias-instituidas-pelos-estados-de-mg-pa-e-ap/
  97. Os erros do STF e a inconstitucionalidade da TRFM-MT: Peso x Preço, https://scaff.adv.br/os-erros-do-stf-e-a-inconstitucionalidade-da-trfm-mt-peso-x-preco/
  98. STF julga constitucionais taxas de mineração em Minas Gerais, https://www.rolim.com/conteudo/stf-julga-constitucionais-taxas-mineracao-minas-gerais-para-amapa/
  99. STF inicia julgamento sobre validade de taxas estaduais de, https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=489864&ori=1
  100. STF valida taxas de fiscalização de mineração cobrada por estados, https://www.jota.info/tributos/stf-valida-taxas-de-fiscalizacao-de-mineracao-cobrada-por-estados-brasileiros
  101. Supremo valida criação de taxas de fiscalização da mineração por, https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=491528

 

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